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sábado, 10 de dezembro de 2011

Para que serve o Jejum de Daniel?

 O Jejum de Daniel serve para aquele que ainda não nasceu de novo,nascer de novo.
 Mas pra que nascer de novo?
 Veja a resposta:
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Boas festas ou Jejum?

Muitas pessoas sabem que o derramamento do Espírito Santo ocorreu no dia de Pentecostes, mas a maioria não sabe o que este dia representava para os judeus.
O Pentecostes era uma festa instituída por Deus, mas o espírito religioso tomou conta desta data, deixando de lado o espírito da fé. Pois, se a adoração dos que estavam na festa agradasse a Deus, eles também teriam recebido o Espírito Santo.
Nessa época, Jerusalém estava cheia de estrangeiros, já que muitos viajavam para estar com a família ou se divertir. Além disso, a comemoração consistia em dar presentes às viúvas e aos pobres (Leia Deuteronômio 16.11-12).
Porém, os 120 discípulos que estavam alheios a tudo isso, preferiram ficar no Cenáculo. Ainda que fosse uma ofensa, eles quebraram a tradição e não se importaram com as críticas e o julgamento dos demais. Eles decidiram desprezar os costumes, para se dedicarem a um propósito mais sublime: estar 100% consagrados a Deus.
Ninguém na festa recebeu o Espírito Santo, mas todos que estavam no Cenáculo, separados da religiosidade festiva, foram batizados com o Espírito de Deus.
Os que estavam na festa sentiram a "alegria" passageira causada por algo material: vinho, música, lucro do comércio, turistas, etc. Porém, a alegria terminou junto com a festa. Da mesma forma, acontece nos dias de hoje. Entretanto, os 120 foram selados pelo próprio Deus-Filho, e suas vidas nunca mais foram iguais.
Qualquer um pode receber algo do homem, como, por exemplo, herança, dinheiro, conselho, carinho, ajuda, entre outros. Mas o Espírito Santo é algo que só Deus pode dar. Ele é a prova de que houve uma conexão com o próprio Criador; um sinal que a pessoa está bem com Deus.
Como duvidar dEle, depois de haver recebido Algo tão maravilhoso que nenhum homem, festa, dinheiro ou outra coisa pode lhe dar?
Por isso, os que se dedicarem durante os 21 dias do Jejum de Daniel, no Cenáculo Universal do Espírito Santo, receberão o Espírito de Deus.
Enquanto isso, o mundo estará participando da festa pagã do Natal.
Na fé,
Pastor Flávio Nunes

Sábado, o selo de Deus

Sábado, o selo de DeusLivro de autoria de Peter P. Goldschmidt

Capítulo 03 - O Sábado

É estranho que hoje, as pessoas aceitem os Dez mandamentos como sendo apenas nove.
Uma religião foi mais longe e transformou os dez em oito, sumindo com o segundo e mudando o quarto, duplicando o décimo.

É estranho como as pessoas pensam… Vale o mandamento “Não matarás”, o “amarás a Deus sobre todas as coisas”, e até vale o “não levantarás falso testemunho”; mas o mandamento para “guardar o sábado”, este não vale. Agem como se o Sábado tivesse sido abolido, mudado, riscado, e cumprido. E os outros mandamentos? Não? Por que?
O Quarto Mandamento
Antes de continuar, vamos reler os Dez mandamentos, com estão na Bíblia. Você pode ler Êxodo 20: 3-17 na sua Bíblia ou conferir, nas primeiras páginas deste livro a sua transcrição.
Muito bem, agora que você já tem um visão geral do caráter de Deus e sua representação na Lei, vamos analisar o “polêmico” quarto mandamento.
Qual é sua origem, sua importância, seu objetivo e, afinal, por que ele não é obedecido hoje em dia pela maioria dos cristãos?

O Sábado surgiu há muito e muito tempo atrás, junto com o primeiro homem, Adão.
Na verdade, Deus fez o Sábado por causa dele, de Adão.

Com a criação, Deus estabeleceu a ordem que deveria governar o mundo. Criou o dia e a noite, a semana, os meses lunares, os anos solares, enfim, pôs tudo em ordem, como é de sua natureza e entregou tudo para o homem a fim de que este usufruísse da sua criação, com sabedoria.

Junto com o “pacote” dado por Deus, veio o Sábado de descanso, criado por Ele para que, depois de seis dias de trabalho, o homem pudesse parar e se lembrar de que tudo o que ele tem vem de Deus, nosso Criador.

O Sábado foi criado por causa do homem. Leia o que Jesus disse:
“ O Sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado.” Marcos 2:27

Da mesma forma pela qual Adão amava a Deus e procurava fazer a Sua vontade, também guardava o Sábado como memorial eterno daquele que o criará. Afinal, este foi um mandado especifico de Deus, e não houve nenhum dispositivo que o revogasse.

E assim foi, de Adão para Sete, de Sete para Noé, de Noé para os patriarcas, todos passando as Leis (o caráter de Deus) para adiante, para seus filhos. Pois todos amavam a Deus, e, por conseqüência, queriam fazer a sua vontade.

E assim foi, até que o povo de Israel foi transformado em escravo no Egito e se afastou da Lei de Deus por 400 anos.

Nesse momento, quando a corrente de pai para filho se quebrou, Deus foi obrigado a reeducar o povo e a ensinar-lhe, não só os seus estatutos, mas também quem Ele era e o tamanho do seu amor pelo homem. Todas as lições, dadas a Israel no deserto, não traziam qualquer novidade. Eram, na verdade, reedições de preceitos divinos estabelecidos desde o principio dos tempos.

Amor a Deus, amor ao próximo, a vinda do Messias e a necessidade de entregar o coração ao Salvador, tudo isso já tinha sido dado a Adão.

O Sábado, como os outros mandamentos, foi reconfirmado e estabelecido mais uma vez como dia sagrado e como memorial da criação.
Tão importante era a guarda deste dia, que Deus fez inúmeras promessas aos que respeitassem este preceito.
Aliás, muito mais promessas do que qualquer outro mandamento, com exceção do primeiro.

“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses
no meu santo dia; mas se chamares ao Sábado deLeitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deLeitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra, e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.” Isaías 58:13-14

Muito bem, durante os séculos que se sucederam, tudo foi preservado como na criação.
As medidas, reeditadas por Moisés, foram escritas e dirigiram a vida do povo escolhido por Deus na terra, aquele que deveria ser a testemunha fiel do seu amor pelo homem.

Até que um dia, na plenitude dos tempos, veio Jesus, o Messias.