Deus restaura a prosperidade de Jó
E o SENHOR virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o SENHOR acrescentou, em dobro, a tudo quanto Jó antes possuía.
Então vieram a ele todos os seus irmãos, e todas as suas irmãs, e todos quantos dantes o conheceram, e comeram com ele pão em sua casa, e se condoeram dele, e o consolaram acerca de todo o mal que o SENHOR lhe havia enviado; e cada um deles lhe deu uma peça de dinheiro, e um pendente de ouro.
E assim abençoou o SENHOR o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois teve catorze mil ovelhas, e seis mil camelos, e mil juntas de bois, e mil jumentas.
Também teve sete filhos e três filhas.
E chamou o nome da primeira Jemima, e o nome da segunda Quezia, e o nome da terceira Quéren-Hapuque.
E em toda a terra não se acharam mulheres tão formosas como as filhas de Jó; e seu pai lhes deu herança entre seus irmãos.
E depois disto viveu Jó cento e quarenta anos; e viu a seus filhos, e aos filhos de seus filhos, até à quarta geração.
Então morreu Jó, velho e farto de dias.
Jó 42:10-17
E assim terminou a história de Jó!!!
´´Sabereis que estou no meio de Israel e que sou o Senhor, vosso Deus, e não há outro; e o meu povo jamais será envergonhado.`` (Joel: Capítulo 2 e Versículo 27)
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
O dia do nascimento
Deus repreende os três amigos de Jó
Sucedeu que, acabando o SENHOR de falar a Jó aquelas palavras, o SENHOR disse a Elifaz, o temanita: A minha ira se acendeu contra ti, e contra os teus dois amigos, porque não falastes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.
Tomai, pois, sete bezerros e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e oferecei holocaustos por vós, e o meu servo Jó orará por vós; porque deveras a ele aceitarei, para que eu não vos trate conforme a vossa loucura; porque vós não falastes de mim o que era reto como o meu servo Jó.
Então foram Elifaz, o temanita, e Bildade, o suíta, e Zofar, o naamatita, e fizeram como o SENHOR lhes dissera; e o SENHOR aceitou a face de Jó.
Jó 42:7-9
Sucedeu que, acabando o SENHOR de falar a Jó aquelas palavras, o SENHOR disse a Elifaz, o temanita: A minha ira se acendeu contra ti, e contra os teus dois amigos, porque não falastes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.
Tomai, pois, sete bezerros e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e oferecei holocaustos por vós, e o meu servo Jó orará por vós; porque deveras a ele aceitarei, para que eu não vos trate conforme a vossa loucura; porque vós não falastes de mim o que era reto como o meu servo Jó.
Então foram Elifaz, o temanita, e Bildade, o suíta, e Zofar, o naamatita, e fizeram como o SENHOR lhes dissera; e o SENHOR aceitou a face de Jó.
Jó 42:7-9
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
O dia do nascimento
A confissão de jó
Então respondeu Jó ao SENHOR, dizendo:
Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido.
Quem é este, que sem conhecimento encobre o conselho? Por isso relatei o que não entendia; coisas que para mim eram inescrutáveis, e que eu não entendia.
Escuta-me, pois, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás.
Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos.
Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.
Jó 42:1-6
Então respondeu Jó ao SENHOR, dizendo:
Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido.
Quem é este, que sem conhecimento encobre o conselho? Por isso relatei o que não entendia; coisas que para mim eram inescrutáveis, e que eu não entendia.
Escuta-me, pois, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás.
Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos.
Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.
Jó 42:1-6
terça-feira, 16 de outubro de 2012
O dia do nascimento
As manifestações do poder de Deus-Parte II
Poderás tirar com anzol o leviatã, ou ligarás a sua língua com uma corda?
Podes pôr um anzol no seu nariz, ou com um gancho furar a sua queixada?
Porventura multiplicará as súplicas para contigo, ou brandamente falará?
Fará ele aliança contigo, ou o tomarás tu por servo para sempre?
Brincarás com ele, como se fora um passarinho, ou o prenderás para tuas meninas?
Os teus companheiros farão dele um banquete, ou o repartirão entre os negociantes?
Encherás a sua pele de ganchos, ou a sua cabeça com arpões de pescadores?
Põe a tua mão sobre ele, lembra-te da peleja, e nunca mais tal intentarás.
Eis que é vã a esperança de apanhá-lo; pois não será o homem derrubado só ao vê-lo?
Ninguém há tão atrevido, que a despertá-lo se atreva; quem, pois, é aquele que ousa erguer-se diante de mim?
Quem primeiro me deu, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.
Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem a graça da sua compostura.
Quem descobrirá a face da sua roupa? Quem entrará na sua couraça dobrada?
Quem abrirá as portas do seu rosto? Pois ao redor dos seus dentes está o terror.
As suas fortes escamas são o seu orgulho, cada uma fechada como com selo apertado.
Uma à outra se chega tão perto, que nem o ar passa por entre elas.
Umas às outras se ligam; tanto aderem entre si, que não se podem separar.
Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva.
Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira.
O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.
No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer.
Os músculos da sua carne estão pegados entre si; cada um está firme nele, e nenhum se move.
O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo.
Levantando-se ele, tremem os valentes; em razão dos seus abalos se purificam.
Se alguém lhe tocar com a espada, essa não poderá penetrar, nem lança, dardo ou flecha.
Ele considera o ferro como palha, e o cobre como pau podre.
A seta o não fará fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho.
As pedras atiradas são para ele como arestas, e ri-se do brandir da lança;
Debaixo de si tem conchas pontiagudas; estende-se sobre coisas pontiagudas como na lama.
As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de ungüento.
Após si deixa uma vereda luminosa; parece o abismo tornado em brancura de cãs.
Na terra não há coisa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor.
Ele vê tudo que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba.
Jó 41:1-34
Poderás tirar com anzol o leviatã, ou ligarás a sua língua com uma corda?
Podes pôr um anzol no seu nariz, ou com um gancho furar a sua queixada?
Porventura multiplicará as súplicas para contigo, ou brandamente falará?
Fará ele aliança contigo, ou o tomarás tu por servo para sempre?
Brincarás com ele, como se fora um passarinho, ou o prenderás para tuas meninas?
Os teus companheiros farão dele um banquete, ou o repartirão entre os negociantes?
Encherás a sua pele de ganchos, ou a sua cabeça com arpões de pescadores?
Põe a tua mão sobre ele, lembra-te da peleja, e nunca mais tal intentarás.
Eis que é vã a esperança de apanhá-lo; pois não será o homem derrubado só ao vê-lo?
Ninguém há tão atrevido, que a despertá-lo se atreva; quem, pois, é aquele que ousa erguer-se diante de mim?
Quem primeiro me deu, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.
Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem a graça da sua compostura.
Quem descobrirá a face da sua roupa? Quem entrará na sua couraça dobrada?
Quem abrirá as portas do seu rosto? Pois ao redor dos seus dentes está o terror.
As suas fortes escamas são o seu orgulho, cada uma fechada como com selo apertado.
Uma à outra se chega tão perto, que nem o ar passa por entre elas.
Umas às outras se ligam; tanto aderem entre si, que não se podem separar.
Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva.
Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira.
O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.
No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer.
Os músculos da sua carne estão pegados entre si; cada um está firme nele, e nenhum se move.
O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo.
Levantando-se ele, tremem os valentes; em razão dos seus abalos se purificam.
Se alguém lhe tocar com a espada, essa não poderá penetrar, nem lança, dardo ou flecha.
Ele considera o ferro como palha, e o cobre como pau podre.
A seta o não fará fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho.
As pedras atiradas são para ele como arestas, e ri-se do brandir da lança;
Debaixo de si tem conchas pontiagudas; estende-se sobre coisas pontiagudas como na lama.
As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de ungüento.
Após si deixa uma vereda luminosa; parece o abismo tornado em brancura de cãs.
Na terra não há coisa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor.
Ele vê tudo que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba.
Jó 41:1-34
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
O dia do nascimento
As manifestações do poder de Deus-Parte I
Então o SENHOR respondeu a Jó de um redemoinho, dizendo:
Cinge agora os teus lombos como homem; eu te perguntarei, e tu me explicarás.
Porventura também tornarás tu vão o meu juízo, ou tu me condenarás, para te justificares?
Ou tens braço como Deus, ou podes trovejar com voz como ele o faz?
Orna-te, pois, de excelência e alteza; e veste-te de majestade e de glória.
Derrama os furores da tua ira, e atenta para todo o soberbo, e abate-o.
Olha para todo o soberbo, e humilha-o, e atropela os ímpios no seu lugar.
Esconde-os juntamente no pó; ata-lhes os rostos em oculto.
Então também eu a ti confessarei que a tua mão direita te poderá salvar.
Contemplas agora o beemote, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi.
Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre.
Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos.
Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro.
Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada.
Em verdade os montes lhe produzem pastos, onde todos os animais do campo folgam.
Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo das canas e da lama.
As árvores sombrias o cobrem, com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.
Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando ainda que o Jordão se levante até à sua boca.
Podê-lo-iam porventura caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?
Jó 40:6-24
Então o SENHOR respondeu a Jó de um redemoinho, dizendo:
Cinge agora os teus lombos como homem; eu te perguntarei, e tu me explicarás.
Porventura também tornarás tu vão o meu juízo, ou tu me condenarás, para te justificares?
Ou tens braço como Deus, ou podes trovejar com voz como ele o faz?
Orna-te, pois, de excelência e alteza; e veste-te de majestade e de glória.
Derrama os furores da tua ira, e atenta para todo o soberbo, e abate-o.
Olha para todo o soberbo, e humilha-o, e atropela os ímpios no seu lugar.
Esconde-os juntamente no pó; ata-lhes os rostos em oculto.
Então também eu a ti confessarei que a tua mão direita te poderá salvar.
Contemplas agora o beemote, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi.
Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre.
Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos.
Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro.
Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada.
Em verdade os montes lhe produzem pastos, onde todos os animais do campo folgam.
Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo das canas e da lama.
As árvores sombrias o cobrem, com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.
Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando ainda que o Jordão se levante até à sua boca.
Podê-lo-iam porventura caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?
Jó 40:6-24
domingo, 14 de outubro de 2012
O dia do nascimento
A resposta humilde de Jó
Então Jó respondeu ao SENHOR, dizendo:
Eis que sou vil; que te responderia eu? A minha mão ponho à boca.
Uma vez tenho falado, e não replicarei; ou ainda duas vezes, porém não prosseguirei.
Jó 40:3-5
Então Jó respondeu ao SENHOR, dizendo:
Eis que sou vil; que te responderia eu? A minha mão ponho à boca.
Uma vez tenho falado, e não replicarei; ou ainda duas vezes, porém não prosseguirei.
Jó 40:3-5
sábado, 13 de outubro de 2012
O dia do nascimento
O senhor convence a Jó de ignorância-Parte II
Sabes tu o tempo em que as cabras montesas têm filhos, ou observastes as cervas quando dão suas crias?
Contarás os meses que cumprem, ou sabes o tempo do seu parto?
Quando se encurvam, produzem seus filhos, e lançam de si as suas dores.
Seus filhos enrijam, crescem com o trigo; saem, e nunca mais tornam para elas.
Quem despediu livre o jumento montês, e quem soltou as prisões ao jumento bravo,
Ao qual dei o ermo por casa, e a terra salgada por morada?
Ri-se do ruído da cidade; não ouve os muitos gritos do condutor.
A região montanhosa é o seu pasto, e anda buscando tudo que está verde.
Ou, querer-te-á servir o boi selvagem? Ou ficará no teu curral?
Ou com corda amarrarás, no arado, ao boi selvagem? Ou escavará ele os vales após ti?
Ou confiarás nele, por ser grande a sua força, ou deixarás a seu cargo o teu trabalho?
Ou fiarás dele que te torne o que semeaste e o recolha na tua eira?
A avestruz bate alegremente as suas asas, porém, são benignas as suas asas e penas?
Ela deixa os seus ovos na terra, e os aquenta no pó,
E se esquece de que algum pé os pode pisar, ou que os animais do campo os podem calcar.
Endurece-se para com seus filhos, como se não fossem seus; debalde é seu trabalho, mas ela está sem temor,
Porque Deus a privou de sabedoria, e não lhe deu entendimento.
A seu tempo se levanta ao alto; ri-se do cavalo, e do que vai montado nele.
Ou darás tu força ao cavalo, ou revestirás o seu pescoço com crinas?
Ou espantá-lo-ás, como ao gafanhoto? Terrível é o fogoso respirar das suas ventas.
Escava a terra, e folga na sua força, e sai ao encontro dos armados.
Ri-se do temor, e não se espanta, e não torna atrás por causa da espada.
Contra ele rangem a aljava, o ferro flamante da lança e do dardo.
Agitando-se e indignando-se, serve a terra, e não faz caso do som da buzina.
Ao soar das buzinas diz: Eia! E cheira de longe a guerra, e o trovão dos capitães, e o alarido.
Ou voa o gavião pela tua inteligência, e estende as suas asas para o sul?
Ou se remonta a águia ao teu mandado, e põe no alto o seu ninho?
Nas penhas mora e habita; no cume das penhas, e nos lugares seguros.
Dali descobre a presa; seus olhos a avistam de longe.
E seus filhos chupam o sangue, e onde há mortos, ali está ela.
Respondeu mais o SENHOR a Jó, dizendo:
Porventura o contender contra o Todo-Poderoso é sabedoria? Quem argüi assim a Deus, responda por isso.
(Jó 39;40.1-2)
Sabes tu o tempo em que as cabras montesas têm filhos, ou observastes as cervas quando dão suas crias?
Contarás os meses que cumprem, ou sabes o tempo do seu parto?
Quando se encurvam, produzem seus filhos, e lançam de si as suas dores.
Seus filhos enrijam, crescem com o trigo; saem, e nunca mais tornam para elas.
Quem despediu livre o jumento montês, e quem soltou as prisões ao jumento bravo,
Ao qual dei o ermo por casa, e a terra salgada por morada?
Ri-se do ruído da cidade; não ouve os muitos gritos do condutor.
A região montanhosa é o seu pasto, e anda buscando tudo que está verde.
Ou, querer-te-á servir o boi selvagem? Ou ficará no teu curral?
Ou com corda amarrarás, no arado, ao boi selvagem? Ou escavará ele os vales após ti?
Ou confiarás nele, por ser grande a sua força, ou deixarás a seu cargo o teu trabalho?
Ou fiarás dele que te torne o que semeaste e o recolha na tua eira?
A avestruz bate alegremente as suas asas, porém, são benignas as suas asas e penas?
Ela deixa os seus ovos na terra, e os aquenta no pó,
E se esquece de que algum pé os pode pisar, ou que os animais do campo os podem calcar.
Endurece-se para com seus filhos, como se não fossem seus; debalde é seu trabalho, mas ela está sem temor,
Porque Deus a privou de sabedoria, e não lhe deu entendimento.
A seu tempo se levanta ao alto; ri-se do cavalo, e do que vai montado nele.
Ou darás tu força ao cavalo, ou revestirás o seu pescoço com crinas?
Ou espantá-lo-ás, como ao gafanhoto? Terrível é o fogoso respirar das suas ventas.
Escava a terra, e folga na sua força, e sai ao encontro dos armados.
Ri-se do temor, e não se espanta, e não torna atrás por causa da espada.
Contra ele rangem a aljava, o ferro flamante da lança e do dardo.
Agitando-se e indignando-se, serve a terra, e não faz caso do som da buzina.
Ao soar das buzinas diz: Eia! E cheira de longe a guerra, e o trovão dos capitães, e o alarido.
Ou voa o gavião pela tua inteligência, e estende as suas asas para o sul?
Ou se remonta a águia ao teu mandado, e põe no alto o seu ninho?
Nas penhas mora e habita; no cume das penhas, e nos lugares seguros.
Dali descobre a presa; seus olhos a avistam de longe.
E seus filhos chupam o sangue, e onde há mortos, ali está ela.
Respondeu mais o SENHOR a Jó, dizendo:
Porventura o contender contra o Todo-Poderoso é sabedoria? Quem argüi assim a Deus, responda por isso.
(Jó 39;40.1-2)
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
O dia do nascimento
O senhor convence a Jó de ignorância-Parte I
Depois disto o SENHOR respondeu a Jó de um redemoinho, dizendo:
Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento?
Agora cinge os teus lombos, como homem; e perguntar-te-ei, e tu me ensinarás.
Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência.
Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel?
Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina,
Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?
Ou quem encerrou o mar com portas, quando este rompeu e saiu da madre;
Quando eu pus as nuvens por sua vestidura, e a escuridão por faixa?
Quando eu lhe tracei limites, e lhe pus portas e ferrolhos,
E disse: Até aqui virás, e não mais adiante, e aqui se parará o orgulho das tuas ondas?
Ou desde os teus dias deste ordem à madrugada, ou mostraste à alva o seu lugar;
Para que pegasse nas extremidades da terra, e os ímpios fossem sacudidos dela;
E se transformasse como o barro sob o selo, e se pusessem como vestidos;
E dos ímpios se desvie a sua luz, e o braço altivo se quebrante;
Ou entraste tu até às origens do mar, ou passeaste no mais profundo do abismo?
Ou descobriram-se-te as portas da morte, ou viste as portas da sombra da morte?
Ou com o teu entendimento chegaste às larguras da terra? Faze-mo saber, se sabes tudo isto.
Onde está o caminho onde mora a luz? E, quanto às trevas, onde está o seu lugar;
Para que as tragas aos seus limites, e para que saibas as veredas da sua casa?
De certo tu o sabes, porque já então eras nascido, e por ser grande o número dos teus dias!
Ou entraste tu até aos tesouros da neve, e viste os tesouros da saraiva,
Que eu retenho até ao tempo da angústia, até ao dia da peleja e da guerra?
Onde está o caminho em que se reparte a luz, e se espalha o vento oriental sobre a terra?
Quem abriu para a inundação um leito, e um caminho para os relâmpagos dos trovões,
Para chover sobre a terra, onde não há ninguém, e no deserto, em que não há homem;
Para fartar a terra deserta e assolada, e para fazer crescer os renovos da erva?
A chuva porventura tem pai? Ou quem gerou as gotas do orvalho?
De que ventre procedeu o gelo? E quem gerou a geada do céu?
Como debaixo de pedra as águas se endurecem, e a superfície do abismo se congela.
Ou poderás tu ajuntar as delícias do Sete-estrelo ou soltar os cordéis do Orion?
Ou produzir as constelações a seu tempo, e guiar a Ursa com seus filhos?
Sabes tu as ordenanças dos céus, ou podes estabelecer o domínio deles sobre a terra?
Ou podes levantar a tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?
Ou mandarás aos raios para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui?
Quem pôs a sabedoria no íntimo, ou quem deu à mente o entendimento?
Quem numerará as nuvens com sabedoria? Ou os odres dos céus, quem os esvaziará,
Quando se funde o pó numa massa, e se apegam os torrões uns aos outros?
Porventura caçarás tu presa para a leoa, ou saciarás a fome dos filhos dos leões,
Quando se agacham nos covis, e estão à espreita nas covas?
Quem prepara aos corvos o seu alimento, quando os seus filhotes gritam a Deus e andam vagueando, por não terem o que comer?
Jó 38:1-41
Depois disto o SENHOR respondeu a Jó de um redemoinho, dizendo:
Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento?
Agora cinge os teus lombos, como homem; e perguntar-te-ei, e tu me ensinarás.
Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência.
Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel?
Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina,
Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?
Ou quem encerrou o mar com portas, quando este rompeu e saiu da madre;
Quando eu pus as nuvens por sua vestidura, e a escuridão por faixa?
Quando eu lhe tracei limites, e lhe pus portas e ferrolhos,
E disse: Até aqui virás, e não mais adiante, e aqui se parará o orgulho das tuas ondas?
Ou desde os teus dias deste ordem à madrugada, ou mostraste à alva o seu lugar;
Para que pegasse nas extremidades da terra, e os ímpios fossem sacudidos dela;
E se transformasse como o barro sob o selo, e se pusessem como vestidos;
E dos ímpios se desvie a sua luz, e o braço altivo se quebrante;
Ou entraste tu até às origens do mar, ou passeaste no mais profundo do abismo?
Ou descobriram-se-te as portas da morte, ou viste as portas da sombra da morte?
Ou com o teu entendimento chegaste às larguras da terra? Faze-mo saber, se sabes tudo isto.
Onde está o caminho onde mora a luz? E, quanto às trevas, onde está o seu lugar;
Para que as tragas aos seus limites, e para que saibas as veredas da sua casa?
De certo tu o sabes, porque já então eras nascido, e por ser grande o número dos teus dias!
Ou entraste tu até aos tesouros da neve, e viste os tesouros da saraiva,
Que eu retenho até ao tempo da angústia, até ao dia da peleja e da guerra?
Onde está o caminho em que se reparte a luz, e se espalha o vento oriental sobre a terra?
Quem abriu para a inundação um leito, e um caminho para os relâmpagos dos trovões,
Para chover sobre a terra, onde não há ninguém, e no deserto, em que não há homem;
Para fartar a terra deserta e assolada, e para fazer crescer os renovos da erva?
A chuva porventura tem pai? Ou quem gerou as gotas do orvalho?
De que ventre procedeu o gelo? E quem gerou a geada do céu?
Como debaixo de pedra as águas se endurecem, e a superfície do abismo se congela.
Ou poderás tu ajuntar as delícias do Sete-estrelo ou soltar os cordéis do Orion?
Ou produzir as constelações a seu tempo, e guiar a Ursa com seus filhos?
Sabes tu as ordenanças dos céus, ou podes estabelecer o domínio deles sobre a terra?
Ou podes levantar a tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra?
Ou mandarás aos raios para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui?
Quem pôs a sabedoria no íntimo, ou quem deu à mente o entendimento?
Quem numerará as nuvens com sabedoria? Ou os odres dos céus, quem os esvaziará,
Quando se funde o pó numa massa, e se apegam os torrões uns aos outros?
Porventura caçarás tu presa para a leoa, ou saciarás a fome dos filhos dos leões,
Quando se agacham nos covis, e estão à espreita nas covas?
Quem prepara aos corvos o seu alimento, quando os seus filhotes gritam a Deus e andam vagueando, por não terem o que comer?
Jó 38:1-41
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
O dia do nascimento
Eliú exalta a majestade de Deus-Parte II
Sobre isto também treme o meu coração, e salta do seu lugar.
Atentamente ouvi a indignação da sua voz, e o sonido que sai da sua boca.
Ele o envia por debaixo de todos os céus, e a sua luz até aos confins da terra.
Depois disto ruge uma voz; ele troveja com a sua voz majestosa; e ele não os detém quando a sua voz é ouvida.
Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender.
Porque à neve diz: Cai sobre a terra; como também à garoa e à sua forte chuva.
Ele sela as mãos de todo o homem, para que conheçam todos os homens a sua obra.
E as feras entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas.
Da recâmara do sul sai o tufão, e do norte o frio.
Pelo sopro de Deus se dá a geada, e as largas águas se congelam.
Também de umidade carrega as grossas nuvens, e esparge as nuvens com a sua luz.
Então elas, segundo o seu prudente conselho, se espalham em redor, para que façam tudo quanto lhes ordena sobre a superfície do mundo na terra.
Seja que por vara, ou para a sua terra, ou por misericórdia as faz vir.
A isto, ó Jó, inclina os teus ouvidos; para, e considera as maravilhas de Deus.
Porventura sabes tu como Deus as opera, e faz resplandecer a luz da sua nuvem?
Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvens e das maravilhas daquele que é perfeito nos conhecimentos?
Ou de como as tuas roupas aquecem, quando do sul há calma sobre a terra?
Ou estendeste com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido?
Ensina-nos o que lhe diremos: porque nós nada poderemos pôr em boa ordem, por causa das trevas.
Contar-lhe-ia alguém o que tenho falado? Ou desejaria um homem que ele fosse devorado?
E agora não se pode olhar para o sol, que resplandece nas nuvens, quando o vento, tendo passado, o deixa limpo.
O esplendor de ouro vem do norte; pois, em Deus há uma tremenda majestade.
Ao Todo-Poderoso não podemos alcançar; grande é em poder; porém a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça.
Por isso o temem os homens; ele não respeita os que se julgam sábios de coração.
Jó 37:1-24
Sobre isto também treme o meu coração, e salta do seu lugar.
Atentamente ouvi a indignação da sua voz, e o sonido que sai da sua boca.
Ele o envia por debaixo de todos os céus, e a sua luz até aos confins da terra.
Depois disto ruge uma voz; ele troveja com a sua voz majestosa; e ele não os detém quando a sua voz é ouvida.
Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender.
Porque à neve diz: Cai sobre a terra; como também à garoa e à sua forte chuva.
Ele sela as mãos de todo o homem, para que conheçam todos os homens a sua obra.
E as feras entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas.
Da recâmara do sul sai o tufão, e do norte o frio.
Pelo sopro de Deus se dá a geada, e as largas águas se congelam.
Também de umidade carrega as grossas nuvens, e esparge as nuvens com a sua luz.
Então elas, segundo o seu prudente conselho, se espalham em redor, para que façam tudo quanto lhes ordena sobre a superfície do mundo na terra.
Seja que por vara, ou para a sua terra, ou por misericórdia as faz vir.
A isto, ó Jó, inclina os teus ouvidos; para, e considera as maravilhas de Deus.
Porventura sabes tu como Deus as opera, e faz resplandecer a luz da sua nuvem?
Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvens e das maravilhas daquele que é perfeito nos conhecimentos?
Ou de como as tuas roupas aquecem, quando do sul há calma sobre a terra?
Ou estendeste com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido?
Ensina-nos o que lhe diremos: porque nós nada poderemos pôr em boa ordem, por causa das trevas.
Contar-lhe-ia alguém o que tenho falado? Ou desejaria um homem que ele fosse devorado?
E agora não se pode olhar para o sol, que resplandece nas nuvens, quando o vento, tendo passado, o deixa limpo.
O esplendor de ouro vem do norte; pois, em Deus há uma tremenda majestade.
Ao Todo-Poderoso não podemos alcançar; grande é em poder; porém a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça.
Por isso o temem os homens; ele não respeita os que se julgam sábios de coração.
Jó 37:1-24
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
O dia do nascimento
Eliú exalta a majestade de Deus-Parte I
Lembra-te de engrandecer a sua obra, que os homens contemplam.
Todos os homens a vêem, e o homem a enxerga de longe.
Eis que Deus é grande, e nós não o compreendemos, e o número dos seus anos não se pode esquadrinhar.
Porque faz miúdas as gotas das águas que, do seu vapor, derramam a chuva,
A qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente.
Porventura pode alguém entender as extensões das nuvens, e os estalos da sua tenda?
Eis que estende sobre elas a sua luz, e encobre as profundezas do mar.
Porque por estas coisas julga os povos e lhes dá mantimento em abundância.
Com as nuvens encobre a luz, e ordena não brilhar, interpondo a nuvem.
O que nos dá a entender o seu pensamento, como também ao gado, acerca do temporal que sobe.
Jó 36:24-33
Lembra-te de engrandecer a sua obra, que os homens contemplam.
Todos os homens a vêem, e o homem a enxerga de longe.
Eis que Deus é grande, e nós não o compreendemos, e o número dos seus anos não se pode esquadrinhar.
Porque faz miúdas as gotas das águas que, do seu vapor, derramam a chuva,
A qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente.
Porventura pode alguém entender as extensões das nuvens, e os estalos da sua tenda?
Eis que estende sobre elas a sua luz, e encobre as profundezas do mar.
Porque por estas coisas julga os povos e lhes dá mantimento em abundância.
Com as nuvens encobre a luz, e ordena não brilhar, interpondo a nuvem.
O que nos dá a entender o seu pensamento, como também ao gado, acerca do temporal que sobe.
Jó 36:24-33
terça-feira, 9 de outubro de 2012
O dia do nascimento
No sofrer do homem,Deus lhe visa o bem
Prosseguiu ainda Eliú, e disse:
Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus.
De longe trarei o meu conhecimento; e ao meu Criador atribuirei a justiça.
Porque na verdade, as minhas palavras não serão falsas; contigo está um que tem perfeito conhecimento.
Eis que Deus é mui grande, contudo a ninguém despreza; grande é em força e sabedoria.
Ele não preserva a vida do ímpio, e faz justiça aos aflitos.
Do justo não tira os seus olhos; antes estão com os reis no trono; ali os assenta para sempre, e assim são exaltados.
E se estão presos em grilhões, amarrados com cordas de aflição,
Então lhes faz saber a obra deles, e as suas transgressões, porquanto prevaleceram nelas.
Abre-lhes também os seus ouvidos, para sua disciplina, e ordena-lhes que se convertam da maldade.
Se o ouvirem, e o servirem, acabarão seus dias em bem, e os seus anos em delícias.
Porém se não o ouvirem, à espada serão passados, e expirarão sem conhecimento.
E os hipócritas de coração amontoam para si a ira; e amarrando-os ele, não clamam por socorro.
A sua alma morre na mocidade, e a sua vida perece entre os impuros.
Ao aflito livra da sua aflição, e na opressão se revela aos seus ouvidos.
Assim também te desviará da boca da angústia para um lugar espaçoso, em que não há aperto, e as iguarias da tua mesa serão cheias de gordura.
Mas tu estás cheio do juízo do ímpio; o juízo e a justiça te sustentam.
Porquanto há furor, guarda-te de que não sejas atingido pelo castigo violento, pois nem com resgate algum te livrarias dele.
Estimaria ele tanto tuas riquezas? Não, nem ouro, nem todas as forças do poder.
Não suspires pela noite, em que os povos sejam tomados do seu lugar.
Guarda-te, e não declines para a iniqüidade; porquanto isso escolheste antes que a aflição.
Eis que Deus é excelso em seu poder; quem ensina como ele?
Quem lhe prescreveu o seu caminho? Ou, quem lhe dirá: Tu cometeste maldade?
Jó 36:1-23
Prosseguiu ainda Eliú, e disse:
Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus.
De longe trarei o meu conhecimento; e ao meu Criador atribuirei a justiça.
Porque na verdade, as minhas palavras não serão falsas; contigo está um que tem perfeito conhecimento.
Eis que Deus é mui grande, contudo a ninguém despreza; grande é em força e sabedoria.
Ele não preserva a vida do ímpio, e faz justiça aos aflitos.
Do justo não tira os seus olhos; antes estão com os reis no trono; ali os assenta para sempre, e assim são exaltados.
E se estão presos em grilhões, amarrados com cordas de aflição,
Então lhes faz saber a obra deles, e as suas transgressões, porquanto prevaleceram nelas.
Abre-lhes também os seus ouvidos, para sua disciplina, e ordena-lhes que se convertam da maldade.
Se o ouvirem, e o servirem, acabarão seus dias em bem, e os seus anos em delícias.
Porém se não o ouvirem, à espada serão passados, e expirarão sem conhecimento.
E os hipócritas de coração amontoam para si a ira; e amarrando-os ele, não clamam por socorro.
A sua alma morre na mocidade, e a sua vida perece entre os impuros.
Ao aflito livra da sua aflição, e na opressão se revela aos seus ouvidos.
Assim também te desviará da boca da angústia para um lugar espaçoso, em que não há aperto, e as iguarias da tua mesa serão cheias de gordura.
Mas tu estás cheio do juízo do ímpio; o juízo e a justiça te sustentam.
Porquanto há furor, guarda-te de que não sejas atingido pelo castigo violento, pois nem com resgate algum te livrarias dele.
Estimaria ele tanto tuas riquezas? Não, nem ouro, nem todas as forças do poder.
Não suspires pela noite, em que os povos sejam tomados do seu lugar.
Guarda-te, e não declines para a iniqüidade; porquanto isso escolheste antes que a aflição.
Eis que Deus é excelso em seu poder; quem ensina como ele?
Quem lhe prescreveu o seu caminho? Ou, quem lhe dirá: Tu cometeste maldade?
Jó 36:1-23
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
O dia do nascimento
Deus não ouve os aflitos,porque estes não têm fé
Respondeu mais Eliú, dizendo:
Tens por direito dizeres: Maior é a minha justiça do que a de Deus?
Porque disseste: De que me serviria? Que proveito tiraria mais do que do meu pecado?
Eu te darei resposta, a ti e aos teus amigos contigo.
Atenta para os céus, e vê; e contempla as mais altas nuvens, que são mais altas do que tu.
Se pecares, que efetuarás contra ele? Se as tuas transgressões se multiplicarem, que lhe farás?
Se fores justo, que lhe darás, ou que receberá ele da tua mão?
A tua impiedade faria mal a outro tal como tu; e a tua justiça aproveitaria ao filho do homem.
Por causa das muitas opressões os homens clamam por causa do braço dos grandes.
Porém ninguém diz: Onde está Deus que me criou, que dá salmos durante a noite;
Que nos ensina mais do que aos animais da terra e nos faz mais sábios do que as aves dos céus?
Clamam, porém ele não responde, por causa da arrogância dos maus.
Certo é que Deus não ouvirá a vaidade, nem atentará para ela o Todo-Poderoso.
E quanto ao que disseste, que o não verás, juízo há perante ele; por isso espera nele.
Mas agora, porque a sua ira ainda não se exerce, nem grandemente considera a arrogância,
Logo Jó em vão abre a sua boca, e sem ciência multiplica palavras.
Jó 35:1-16
Respondeu mais Eliú, dizendo:
Tens por direito dizeres: Maior é a minha justiça do que a de Deus?
Porque disseste: De que me serviria? Que proveito tiraria mais do que do meu pecado?
Eu te darei resposta, a ti e aos teus amigos contigo.
Atenta para os céus, e vê; e contempla as mais altas nuvens, que são mais altas do que tu.
Se pecares, que efetuarás contra ele? Se as tuas transgressões se multiplicarem, que lhe farás?
Se fores justo, que lhe darás, ou que receberá ele da tua mão?
A tua impiedade faria mal a outro tal como tu; e a tua justiça aproveitaria ao filho do homem.
Por causa das muitas opressões os homens clamam por causa do braço dos grandes.
Porém ninguém diz: Onde está Deus que me criou, que dá salmos durante a noite;
Que nos ensina mais do que aos animais da terra e nos faz mais sábios do que as aves dos céus?
Clamam, porém ele não responde, por causa da arrogância dos maus.
Certo é que Deus não ouvirá a vaidade, nem atentará para ela o Todo-Poderoso.
E quanto ao que disseste, que o não verás, juízo há perante ele; por isso espera nele.
Mas agora, porque a sua ira ainda não se exerce, nem grandemente considera a arrogância,
Logo Jó em vão abre a sua boca, e sem ciência multiplica palavras.
Jó 35:1-16
domingo, 7 de outubro de 2012
O dia do nascimento
Eliú justifica a Deus
Respondeu mais Eliú, dizendo:
Ouvi, vós, sábios, as minhas razões; e vós, entendidos, inclinai os ouvidos para mim.
Porque o ouvido prova as palavras, como o paladar experimenta a comida.
O que é direito escolhamos para nós; e conheçamos entre nós o que é bom.
Porque Jó disse: Sou justo, e Deus tirou o meu direito.
Apesar do meu direito sou considerado mentiroso; a minha ferida é incurável, embora eu esteja sem transgressão.
Que homem há como Jó, que bebe a zombaria como água?
E caminha em companhia dos que praticam a iniqüidade, e anda com homens ímpios?
Porque disse: De nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus.
Portanto vós, homens de entendimento, escutai-me: Longe de Deus esteja o praticar a maldade e do Todo-Poderoso o cometer a perversidade!
Porque, segundo a obra do homem, ele lhe paga; e faz a cada um segundo o seu caminho.
Também, na verdade, Deus não procede impiamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo.
Quem lhe entregou o governo da terra? E quem fez todo o mundo?
Se ele pusesse o seu coração contra o homem, e recolhesse para si o seu espírito e o seu fôlego,
Toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó.
Se, pois, há em ti entendimento, ouve isto; inclina os ouvidos ao som da minha palavra.
Porventura o que odiasse o direito se firmaria? E tu condenarias aquele que é justo e poderoso?
Ou dir-se-á a um rei: Oh! Vil? Ou aos príncipes: Oh! ímpios?
Quanto menos àquele, que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima o rico mais do que o pobre; porque todos são obras de suas mãos.
Eles num momento morrem; e até à meia noite os povos são perturbados, e passam, e os poderosos serão tomados não por mão humana.
Porque os seus olhos estão sobre os caminhos de cada um, e ele vê todos os seus passos.
Não há trevas nem sombra de morte, onde se escondam os que praticam a iniqüidade.
Porque Deus não sobrecarrega o homem mais do que é justo, para o fazer ir a juízo diante dele.
Quebranta aos fortes, sem que se possa inquirir, e põe outros em seu lugar.
Ele conhece, pois, as suas obras; de noite os transtorna, e ficam moídos.
Ele os bate como ímpios que são, à vista dos espectadores;
Porquanto se desviaram dele, e não compreenderam nenhum de seus caminhos,
De sorte que o clamor do pobre subisse até ele, e que ouvisse o clamor dos aflitos.
Se ele aquietar, quem então inquietará? Se encobrir o rosto, quem então o poderá contemplar? Seja isto para com um povo, seja para com um homem só,
Para que o homem hipócrita nunca mais reine, e não haja laços no povo.
Na verdade, quem a Deus disse: Suportei castigo, não ofenderei mais.
O que não vejo, ensina-me tu; se fiz alguma maldade, nunca mais a hei de fazer?
Virá de ti como há de ser a recompensa, para que tu a rejeites? Faze tu, pois, e não eu, a escolha; fala logo o que sabes.
Os homens de entendimento dirão comigo, e o homem sábio que me ouvir:
Jó falou sem conhecimento; e às suas palavras falta prudência.
Pai meu! Provado seja Jó até ao fim, pelas suas respostas próprias de homens malignos.
Porque ao seu pecado acrescenta a transgressão; entre nós bate palmas, e multiplica contra Deus as suas palavras.
Jó 34:1-37
Respondeu mais Eliú, dizendo:
Ouvi, vós, sábios, as minhas razões; e vós, entendidos, inclinai os ouvidos para mim.
Porque o ouvido prova as palavras, como o paladar experimenta a comida.
O que é direito escolhamos para nós; e conheçamos entre nós o que é bom.
Porque Jó disse: Sou justo, e Deus tirou o meu direito.
Apesar do meu direito sou considerado mentiroso; a minha ferida é incurável, embora eu esteja sem transgressão.
Que homem há como Jó, que bebe a zombaria como água?
E caminha em companhia dos que praticam a iniqüidade, e anda com homens ímpios?
Porque disse: De nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus.
Portanto vós, homens de entendimento, escutai-me: Longe de Deus esteja o praticar a maldade e do Todo-Poderoso o cometer a perversidade!
Porque, segundo a obra do homem, ele lhe paga; e faz a cada um segundo o seu caminho.
Também, na verdade, Deus não procede impiamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo.
Quem lhe entregou o governo da terra? E quem fez todo o mundo?
Se ele pusesse o seu coração contra o homem, e recolhesse para si o seu espírito e o seu fôlego,
Toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó.
Se, pois, há em ti entendimento, ouve isto; inclina os ouvidos ao som da minha palavra.
Porventura o que odiasse o direito se firmaria? E tu condenarias aquele que é justo e poderoso?
Ou dir-se-á a um rei: Oh! Vil? Ou aos príncipes: Oh! ímpios?
Quanto menos àquele, que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima o rico mais do que o pobre; porque todos são obras de suas mãos.
Eles num momento morrem; e até à meia noite os povos são perturbados, e passam, e os poderosos serão tomados não por mão humana.
Porque os seus olhos estão sobre os caminhos de cada um, e ele vê todos os seus passos.
Não há trevas nem sombra de morte, onde se escondam os que praticam a iniqüidade.
Porque Deus não sobrecarrega o homem mais do que é justo, para o fazer ir a juízo diante dele.
Quebranta aos fortes, sem que se possa inquirir, e põe outros em seu lugar.
Ele conhece, pois, as suas obras; de noite os transtorna, e ficam moídos.
Ele os bate como ímpios que são, à vista dos espectadores;
Porquanto se desviaram dele, e não compreenderam nenhum de seus caminhos,
De sorte que o clamor do pobre subisse até ele, e que ouvisse o clamor dos aflitos.
Se ele aquietar, quem então inquietará? Se encobrir o rosto, quem então o poderá contemplar? Seja isto para com um povo, seja para com um homem só,
Para que o homem hipócrita nunca mais reine, e não haja laços no povo.
Na verdade, quem a Deus disse: Suportei castigo, não ofenderei mais.
O que não vejo, ensina-me tu; se fiz alguma maldade, nunca mais a hei de fazer?
Virá de ti como há de ser a recompensa, para que tu a rejeites? Faze tu, pois, e não eu, a escolha; fala logo o que sabes.
Os homens de entendimento dirão comigo, e o homem sábio que me ouvir:
Jó falou sem conhecimento; e às suas palavras falta prudência.
Pai meu! Provado seja Jó até ao fim, pelas suas respostas próprias de homens malignos.
Porque ao seu pecado acrescenta a transgressão; entre nós bate palmas, e multiplica contra Deus as suas palavras.
Jó 34:1-37
sábado, 6 de outubro de 2012
O dia do nascimento
Eliú repreende a Jó
Assim, na verdade, ó Jó, ouve as minhas razões, e dá ouvidos a todas as minhas palavras.
Eis que já abri a minha boca; já falou a minha língua debaixo do meu paladar.
As minhas razões provam a sinceridade do meu coração, e os meus lábios proferem o puro saber.
O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida.
Se podes, responde-me, põe em ordem as tuas razões diante de mim, e apresenta-te.
Eis que vim de Deus, como tu; do barro também eu fui formado.
Eis que não te perturbará o meu terror, nem será pesada sobre ti a minha mão.
Na verdade tu falaste aos meus ouvidos; e eu ouvi a voz das tuas palavras. Dizias:
Limpo estou, sem transgressão; puro sou, e não tenho iniqüidade.
Eis que procura pretexto contra mim, e me considera como seu inimigo.
Põe no tronco os meus pés, e observa todas as minhas veredas.
Eis que nisso não tens razão; eu te respondo; porque maior é Deus do que o homem.
Por que razão contendes com ele, sendo que não responde acerca de todos os seus feitos?
Antes Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso.
Em sonho ou em visão noturna, quando cai sono profundo sobre os homens, e adormecem na cama.
Então o revela ao ouvido dos homens, e lhes sela a sua instrução,
Para apartar o homem daquilo que faz, e esconder do homem a soberba.
Para desviar a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada.
Também na sua cama é castigado com dores; e com incessante contenda nos seus ossos;
De modo que a sua vida abomina até o pão, e a sua alma a comida apetecível.
Desaparece a sua carne a olhos vistos, e os seus ossos, que não se viam, agora aparecem.
E a sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida aos que trazem a morte.
Se com ele, pois, houver um mensageiro, um intérprete, um entre milhares, para declarar ao homem a sua retidão,
Então terá misericórdia dele, e lhe dirá: Livra-o, para que não desça à cova; já achei resgate.
Sua carne se reverdecerá mais do que era na mocidade, e tornará aos dias da sua juventude.
Deveras orará a Deus, o qual se agradará dele, e verá a sua face com júbilo, e restituirá ao homem a sua justiça.
Olhará para os homens, e dirá: Pequei, e perverti o direito, o que de nada me aproveitou.
Porém Deus livrou a minha alma de ir para a cova, e a minha vida verá a luz.
Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem,
Para desviar a sua alma da perdição, e o iluminar com a luz dos viventes.
Escuta, pois, ó Jó, ouve-me; cala-te, e eu falarei.
Se tens alguma coisa que dizer, responde-me; fala, porque desejo justificar-te.
Se não, escuta-me tu; cala-te, e ensinar-te-ei a sabedoria.
Jó 33:1-33
Assim, na verdade, ó Jó, ouve as minhas razões, e dá ouvidos a todas as minhas palavras.
Eis que já abri a minha boca; já falou a minha língua debaixo do meu paladar.
As minhas razões provam a sinceridade do meu coração, e os meus lábios proferem o puro saber.
O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida.
Se podes, responde-me, põe em ordem as tuas razões diante de mim, e apresenta-te.
Eis que vim de Deus, como tu; do barro também eu fui formado.
Eis que não te perturbará o meu terror, nem será pesada sobre ti a minha mão.
Na verdade tu falaste aos meus ouvidos; e eu ouvi a voz das tuas palavras. Dizias:
Limpo estou, sem transgressão; puro sou, e não tenho iniqüidade.
Eis que procura pretexto contra mim, e me considera como seu inimigo.
Põe no tronco os meus pés, e observa todas as minhas veredas.
Eis que nisso não tens razão; eu te respondo; porque maior é Deus do que o homem.
Por que razão contendes com ele, sendo que não responde acerca de todos os seus feitos?
Antes Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso.
Em sonho ou em visão noturna, quando cai sono profundo sobre os homens, e adormecem na cama.
Então o revela ao ouvido dos homens, e lhes sela a sua instrução,
Para apartar o homem daquilo que faz, e esconder do homem a soberba.
Para desviar a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada.
Também na sua cama é castigado com dores; e com incessante contenda nos seus ossos;
De modo que a sua vida abomina até o pão, e a sua alma a comida apetecível.
Desaparece a sua carne a olhos vistos, e os seus ossos, que não se viam, agora aparecem.
E a sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida aos que trazem a morte.
Se com ele, pois, houver um mensageiro, um intérprete, um entre milhares, para declarar ao homem a sua retidão,
Então terá misericórdia dele, e lhe dirá: Livra-o, para que não desça à cova; já achei resgate.
Sua carne se reverdecerá mais do que era na mocidade, e tornará aos dias da sua juventude.
Deveras orará a Deus, o qual se agradará dele, e verá a sua face com júbilo, e restituirá ao homem a sua justiça.
Olhará para os homens, e dirá: Pequei, e perverti o direito, o que de nada me aproveitou.
Porém Deus livrou a minha alma de ir para a cova, e a minha vida verá a luz.
Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem,
Para desviar a sua alma da perdição, e o iluminar com a luz dos viventes.
Escuta, pois, ó Jó, ouve-me; cala-te, e eu falarei.
Se tens alguma coisa que dizer, responde-me; fala, porque desejo justificar-te.
Se não, escuta-me tu; cala-te, e ensinar-te-ei a sabedoria.
Jó 33:1-33
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