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domingo, 16 de setembro de 2012

O dia do nascimento

Elifaz acusa a Jó de impiedade

Então respondeu Elifaz o temanita, e disse:
Porventura proferirá o sábio vã sabedoria? E encherá do vento oriental o seu ventre,
Argüindo com palavras que de nada servem, e com razões, de que nada aproveita?
E tu tens feito vão o temor, e diminuis os rogos diante de Deus.
Porque a tua boca declara a tua iniqüidade; e tu escolhes a língua dos astutos.
A tua boca te condena, e não eu, e os teus lábios testificam contra ti.
És tu porventura o primeiro homem que nasceu? Ou foste formado antes dos outeiros?
Ou ouviste o secreto conselho de Deus e a ti só limitaste a sabedoria?
Que sabes tu, que nós não saibamos? Que entendes, que não haja em nós?
Também há entre nós encanecidos e idosos, muito mais idosos do que teu pai.
Porventura fazes pouco caso das consolações de Deus, e da suave palavra que te dirigimos?
Por que te arrebata o teu coração, e por que piscam os teus olhos?
Para virares contra Deus o teu espírito, e deixares sair tais palavras da tua boca?
Que é o homem, para que seja puro? E o que nasce da mulher, para ser justo?
Eis que ele não confia nos seus santos, e nem os céus são puros aos seus olhos.
Quanto mais abominável e corrupto é o homem que bebe a iniqüidade como a água? 
Jó 15:1-16